Eu estava dando aula. Era a turma de alunos mais bagunceira que eu tinha, a maioria universitários e adolescentes. Eu estava explicando a moeda americana.
- Nos Estados Unidos as moedas têm nomes. A de 25 centavos é quarter. A de dez centavos é dime. A de cinco é nickel e a de um centavo é pennie.
- Ah teacher, não tem nenhuma aí para mostrar pra nós?
- Olha, eu tenho uma caixa cheia de pennies em casa...
É claro que não consegui terminar a frase. Fiquei vermelha, roxa, verde. E a gozação (puts, outra palavra errada na hora errada!) foi geral.
- Nossa teacher, uma caixa? Uhulll!
- Coitados dos teus ex-namorados!
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Saí com amigas e como mulheres muito bem resolvidas, de salto, vestido, maquiagem e perfume importado, aproveitamos que o barzinho estava vazio, pegamos os tacos, as bolas e nos arriscamos numa partida de sinuca. Na primeira vez que achei o buraco a comemoração tomou conta do ambiente. Um jogo com emoção. Consegui derrubar quatro vezes em uma só partida a bola branca no buraco, tão boa é a minha mira.
Então, surge alguém a observar e eu digo:
“Olha, não é fácil colocar a bola na caçamba!”. “Claro que não... encaçambar a bola é impossível. Mas dá para colocar na caçapa, encaçapar”.
Gargalhadas, muitas gargalhadas, e o jogo seguiu em frente, com comemorações a cada bola encaçambada...
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Fui apresentada a um professor numa universidade, quando fui fazer intercâmbio. Poliglota, inteligentíssimo e apaixonado pelo Brasil. Misturou um pouco de francês e português e a frase soou assim:
- Meu cú está a doer.
Eu nem respondi, tinha só 15 anos e pensei que a vida sexual dele definitivamente não era da minha conta e não era um bom assunto para um primeiro encontro.
Na verdade, ele estava dizendo ‘cou’, ou seja, pescoço.
Às vezes o embromation não dá certo!
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Uma amiga minha estava fazendo intercâmbio e foi fazer uma apresentação na escola. Foi contar que na região onde ela mora há muito reflorestamento de pinus, que a quantidade de árvores em volta da casa dela é enorme. Ela foi enfeitar e disse: “There are many many big ‘pinas’ around my house”. Mal sabia ela que o nome da árvore era pine e que a forma como ela pronunciou acabou transformando a frase em: Há muitos, muitos pintos grandes em volta da minha casa.
A palestra era para adolescentes, colegas de classe. Lógico que todos interpretaram da pior maneira possível.
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Também no intercâmbio, desta vez comigo, na aula de sociologia. Era a professora mais velha da escola, cabelos totalmente brancos, sempre muito formal. Ela estava distribuindo uns papéis e esqueceu de entregar o meu. Então eu levanto a mão e digo, séria, como ela: “Mrs. Bradford, can I have a shit of paper?”. Ela arregalou os olhos e uma amiga minha interferiu. “She meant to say sheet, mam”. Eu pedi a ela uma merda de um papel e não uma folha de papel... Até hoje, em vez de dizer oi, minha amiga me cumprimenta dizendo ‘can I hava a shit of paper?’.
REZAR É O MELHOR REMÉDIO
Há uma semana





